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Aprasquianos se unem e colaboram com a Campanha Solidária ao Sargento Ghilardi
13/04/2017

Grande parte do valor depositado, até o momento, para a “Campanha Solidária ao Sargento Ghilardi” é resultado da colaboração e das doações feitas pelos aprasquianos. “Estou muito grato e fico até sem palavras para agradecer tamanha solidariedade”, diz o sargento Evandro João Ghilardi, de 42 anos, que desde 2014 vem lutando contra um câncer (tumor maligno) do tipo melanoma.

Lançada pela Aprasc há cerca de um mês, a primeira fase da campanha arrecadou cerca de R$ 30 mil. O valor, apesar de expressivo, ainda não é suficiente. Dessa forma, a Aprasc lança, a partir de hoje (13), uma nova etapa da campanha contando com o apoio e o espírito solidário de todos os aprasquianos, parceiros e apoiadores.

 Qualquer valor é bem-vindo e pode ser depositado na conta do próprio Evandro João Ghilardi, do Banco do Brasil (agência 5435-6, conta corrente 38372-4). O sargento Ghilardi atua na 7ª Companhia do 12º grupo da Polícia Militar Rodoviária, em Iporã do Oeste, mas está afastado do trabalho em razão do problema de saúde.

 Mudança no tratamento

 A reunião das regionais conjuntas Oeste e Extremo Oeste,  realizada pela Aprasc, no último dia 11 de abril, em Chapecó, contou com a participação do sargento Ghilardi. Estavam presentes mais de 100 praças.  Na oportunidade ele explicou que houve uma mudança no tratamento, com objetivo de obter uma melhor efetividade no combate à doença. A princípio, o medicamento receitado pelo seu oncologista foi o Yervoy (Ipilimumabe), no valor de R$ 400 mil, tomados em quatro doses, aplicadas a cada 21 dias.

 “Porém nos resultados dos últimos exames de tomografia e ressonância magnética apareceram nódulos no pulmão, rim e fígado. Dessa forma, o médico achou que esse tratamento não teria muita eficiência”, disse o sargento.  

 Resultado positivo

 A nova droga que está sendo usada é a nivolumab (Opdivo), um medicamento da moderna classe dos imunoterápicos, aprovado em abril do ano passado pela ANVISA para uso em casos de câncer de pulmão e melanoma. A aplicação é feita de 14 em 14 dias e de uso contínuo, ou seja, não existe um prazo fixo para encerrar. Cada aplicação tem um custo de R$ 29.148,00.

 “Já foram feitas duas aplicações. Na primeira, houve muito efeito colateral, porém na segunda aplicação realizada em 10 de abril, os efeitos já foram bem menores”.  Emocionado, Ghilardi conta que o novo tratamento já está apresentando resultados positivos.  “Realizei exames de sangue, após a primeira aplicação, e em consulta com o oncologista ele constatou que houve estagnação da doença, que os nódulos pararam de se espalhar tão rapidamente, como anteriormente estava acontecendo”, disse ele, que na próxima semana irá se submeter a novos exames para verificar o resultado da segunda aplicação.

 Esperança também na Justiça

Além de contar com o apoio da campanha, o sargento Ghilardi também está esperançoso de que a Justiça apresente parecer favorável ao pedido feito para que o estado ou a União passem a custear o tratamento a partir da terceira ou quarta aplicação.

 “Acionamos a justiça, tanto em nível federal como estadual, que solicitou o laudo de uma segunda opinião médica. Assim que tivermos esse laudo, o juiz deve emitir um parecer, que temos muito esperança que será favorável”, conclui.

 

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