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30 de junho: Aprasc apoia Greve Geral em defesa da aposentadoria e dos direitos trabalhistas!
30/06/2017


O Congresso Nacional e o governo federal estão cada dia mais abarrotados de denúncias e escândalos de corrupção, mas seguem determinados em aprovar as reformas que vão retiram direitos históricos e jogar a conta da crise econômica nas costas dos trabalhadores. Mesmo representando uma categoria que é impedida de fazer greve por conta da legislação militar, a Aprasc manifesta apoio à greve geral e as mobilizações em todo país que ocorrem nesta sexta-feira, 24.

Nesta semana, a Reforma Trabalhista foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça – mesmo com novas denúncias apresentadas, desta vez, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer (PMDB). Este governo não têm moral para votar e aprovar "reformas" dessa magnitude. Não vamos pagar a conta de uma crise criada por governos corruptos com desvios que deveriam ser destinadas à nossa aposentadoria e a garantias sociais. A Aprasc repudia com veemência as reformas da Previdência (PEC 287) e Trabalhista (PL 6787). Deputado ou senador que votar a favor das reformas não terá voto em 2018!

 Nenhum direito a menos!

Como apoiar a greve geral?

Policiais e bombeiros têm como missão proteger os cidadãos. E agora os cidadãos precisam de proteção e apoio na luta contra um governo que tenta retirar direitos históricos de todos os brasileiros e brasileiras!

1) ABRA DIÁLOGO, PROTEJA E DEFENDA OS QUE ESTÃO LUTANDO PELOS DIREITOS DE TODOS OS BRASILEIROS. Sabemos os códigos militares, mas é hora de abrir diálogo e dizer “não, senhor” às ordens absurdas de repressão.

2) CONVERSE COM TODOS AO SEU REDOR SOBRE AS REFORMAS. Compartilhe conteúdo sobre o assunto e manifeste apoio nas suas redes sociais. Incentive mais pessoas a lutar contra a retirada de direitos!


Por que os praças devem apoiar a greve geral?

1) AS REFORMAS ATINGIRÃO A TODOS OS BRASILEIROS

As propostas das Reformas Trabalhista e Previdenciária encaminhadas pelo governo federal (PEC 287) e (PL 6787) vão acabar com direitos trabalhistas históricos e condenar os brasileiros a trabalhar até a morte sem receber a justa contrapartida da previdência social. Por isso, a greve geral não tem relação com grupos políticos ou categorias específicas, é uma mobilização em defesa dos direitos de todos os cidadãos. Todos serão atingidos direta ou indiretamente!

2) DIREITOS NÃO SE NEGOCIAM

Não existe diálogo possível, emenda ou qualquer outro remendo que seja aceitável: as propostas são retrógradas, pois jogam o trabalhador brasileiro na idade média em termos de garantias sociais.

3) AS REFORMAS ESTÃO SENDO PROPOSTAS POR UM CONGRESSO ATOLADO DE ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO

É inadmissível que sejamos usados para reprimir trabalhadores honestos e defender os bandidos - atolados em escândalos de corrupção.

4) NÃO EXISTE ROMBO NA PREVIDÊNCIA

Estudos da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (ANFIP) comprovam que o governo mente e, com o apoio cúmplice da mídia, constrói o mito do “rombo” na Previdência. Usando um cálculo que mascara os verdadeiros índices de arrecadação e omite desvios ilegais de receita, o governo federal quer empurrar goela abaixo uma crise seletiva que joga na miséria a maior parte da população e mantém privilégios imorais de autoridades e lucros astronômicos dos banqueiros.

A Aprasc esclarece que não entra no mérito do #foratemer/#ficatemer. Nosso único objetivo é defender os direitos dos praças e de seus familiares – que representam os trabalhadores brasileiros. Nossa pauta continua sendo por nenhum direito a menos, independentemente do governo de plantão.

 

 

 

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