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Parlamentares, policiais e viúvas de policiais e agentes de seguranças mortos no Brasil pedem mais políticas de Estado em sessão na Câmara dos Deputados
26/10/2017

O diretor da Aprasc e da Anaspra, cabo Everson Henning, participou da Comissão Geral na Câmara de Deputados, nesta quinta-feira, 26, e reivindicou aos parlamentares a aprovação de leis de garantias aos familiares de PMS mortos e a revogação das medidas de austeridade que retiram direitos e deixam desamparados policiais e familiares.

De acordo com o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2015 foram mortos 358 policiais civis e militares em todo o País. Destes, apenas 91 estavam trabalhando.

Para o deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG), mais do que endurecer a legislação penal, a de execução penal ou a processual penal, é preciso transformar a segurança pública em política de Estado. “O Poder Executivo é quem define prioridades para a segurança pública. Nos últimos 20 anos, não tivemos dele a responsabilidade efetiva. Segurança pública ainda não é prioridade no Brasil”, afirmou.

Em um dos momentos marcantes da comissão geral, a viúva Edileuza Paiva, representante do Grupo Esposas Unidas da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), relatou o impacto da violência sobre as famílias das vítimas e reclamou da falta de apoio da instituição.

“Hoje tenho uma filha depressiva. A PMDF não dá um apoio psicológico. Como você acha que fica o familiar do policial passando por essa situação? Pode endurecer a lei, pode ter habitação... O policial defende o Estado, mas não tem proteção do Estado”, disse chorando.

Leia a matéria no site da Câmara: https://goo.gl/epMiZB

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